Cada vez gosto mais do John. Militante demais, sensato demais. O amor é ou não a solução para os problemas do mundo?

Imagem encontrada no blog http://johnandramone.blogspot.com/
Cada vez gosto mais do John. Militante demais, sensato demais. O amor é ou não a solução para os problemas do mundo?

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Tenho pensado mais que devia.
Dia noite, noite dia.
Para evitar brutalidades.
Pensar é para poucos….
Se a gente pensa,logo existe.
E já decidiram quem pode existir.
Existir é para poucos…
Sou contra brutalidades.
Elas me deixam abatida!
Afrontam milhares de vidas.
Como tudo é tão avessso…
Porque o pensar insiste tanto?
Porque tanto querer existir?
Porque não se calam os sonhos?
Sonhar é para poucos…
O passarinho que pia no ninho…
Um cafuné feito com carinho…
Um amor que chega de mansinho…
Amar é para poucos…
Porque o amor insiste tanto?
Porque não se cala o pensar?
Porque tanto querer liberdade?
Liberdade é para poucos…
Mas tudo isso nem sempre será.
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Conheci essa música no blog www.fragmentosfractais.blogspot.com. É música cigana, muito bonita. Visite o blog.
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Ouçam “Matança”, do disco “Cantoria I” – Elomar, Xangai, Geraldo Azevedo e Vital Farias.
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Gravação de “Habitación en Roma”, do diretor espanhol, Julio Medem. Conta a história de duas mulheres que passam a se amar, numa noite. É lindíssimo. Estou contentíssima pela forma delicada que foi construído o filme. Legal um homem tão sensível.
O Julio Medem é diretor também de “Caótica Ana”, “Os Amantes do Círculo Polar”, “Tierra”, “Vacas” e outros. Muito incríveis as histórias, as cores de seus filmes, e as pirações também.
Veja: http://www.juliomedem.org
Assista ao trailer – NÃO INDICADO PARA MENORES DE 18 ANOS
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Veja mais em http://www.joaocastilho.net/
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Texto publicado no portal do Centro Burnier Fé e justiça
Por Dafne Spolti*
Tudo começou com a “Folha de São Paulo” veiculando matérias contrárias à criação dos Conselhos de Comunicação Social na Bahia, Alagoas, Piauí e Ceará. Nesse embalo, a imprensa de Mato Grosso também abraçou a campanha contra, disseminando a falsa informação de que o “conselho de comunicação social é censura”.
O projeto, ainda nem foi apresentado no legislativo. Fetal, surgiu após um debate estimulado pelos Sindicatos dos Jornalistas com candidatos e as candidatas durante o período eleitoral, a apresentar propostas ou firmar compromisso em contribuir com as questões da categoria e da comunicação.
A assessora jurídica de Mauro Savi levou à categoria um esboço de projeto de criação do conselho. A intenção inicial era de respaldar, dar força para a criação de uma carreira de gestor de comunicação estadual, que ainda não existe em Mato Grosso.O esboço está sob os cuidados do Sindjor. Contudo, a entidade decidiu em reunião dia 1 de novembro encaminhá-lo ao Fórum Estadual de Democratização da Comunicação (FEDC-MT), do qual faz parte. O Sindjor entende que conselho é uma necessidade da sociedade e não apenas uma reivindicação dos jornalistas.
A discussão sobre o conselho de comunicação social vem desde a década de 80. Na Constituição Federal de 1988, capítulo V, artigo 224, já está prevista a criação do Conselho nacional como forma de regulamentação dos outros quatro artigos sobre comunicação (220-223), que, inclusive, proíbem a censura. Portanto é necessário reconhecer que Conselho tem justamente a função de impedir que ocorra censura.
Os artigos proíbem também o monopólio e oligopólio da mídia, impõem restrições às propagandas de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias, e delimitam princípios para emissoras de rádio e televisão, tais como ”I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação; III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei; IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.O artigo 224 diz que “o Congresso Nacional instituirá, como seu órgão auxiliar, o Conselho de Comunicação Social, na forma da lei”, ou seja, um conselho não deliberativo que irá discutir as questões previstas e sugerir ações, mudanças e deliberações necessárias ao Congresso Nacional.
A referida lei 8.389 foi criada então em 1991, três anos após a promulgação da Constituição. Tem por atribuição “a realização de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional”.
Esse modelo do Conselho de Comunicação Social não representa a composição dos conselhos nos estados, mas funciona como pontapé para se entender a questão. Esteja claro que em Mato Grosso ainda não há um projeto, portanto não há modelo também. Isso precisa ser discutido incansavelmente com a sociedade.
Voltaremos ao assunto.
*Dafne Spolti é estudante de jornalismo da UFMT, membro do Coletivo Juntos Somos Fortes e do Fórum Estadual de Democratização da Comunicação. Defende a criação de um conselho de comunicação social em Mato Grosso com ampla participação popular.
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“Jornalista libertador tem posição, atitude, toma partido da vítima, mas não deixa de narrar a vida contextualizando e interpretando, desvelando a beleza e a dor, a luz e a sombra, dando ao leitor o direito de saber quem ele é e o que defende. E mais, dando ao leitor também a condição de sujeito. Aquele que lê sobre o fato narrado a partir de vários pontos de vista e, assim, pode tomar posição, interpretar e estabelecer nexos.” (Elaine Tavares, 2004)
Veja o blog da Elaine Tavares: http://www.eteia.blogspot.com
Para download do livro “Jornalismo nas Margens – uma reflexão sobre a comunicação em comunidades empobrecidas”, acesse http://www.iela.ufsc.br/?page=noticias_visualizacao&id=1133
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Veja os materiais abaixo para entender o que é o projeto de Zoneamento Socioeconômico Ecológico e a maneira que foi aprovado o substitutivo 3, na Assembléia Legislativa de MT. Agora, ao contrário do pretendido, ele pode contribuir para a devastação do meio ambiente no Estado. Divulgue o assunto para o maior número de pessoas.
Por trás do Zoneamento Socioeconômico – Vídeo do Instituto Centro de Vida (ICV)
Repúdio ao ZSEE pode ter repercussão mundial – Centro Burnier Fé e Jusiça
Entrevista com a professora Michèle Sato, do Instituto de Educação da UFMT – Página do Enock
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Imagem disponível aqui - Acesso em 14 de novembro de 2010
Michael Haneke, diretor de cinema, austríaco. Fez filmes como “O Sétimo Continente”, “Tempo de Lobos”, “A Fita Branca”, “O Código Desconhecido”, “Violência gratuita”, “O Castelo”, “Quem foi Edgar Allan?”, “A professora de piano”, “Caché” e “Benny’s Vídeo”, “71 Fragmentos de uma cronologia do acaso”. Extremamente psicológico, pessimista, intenso. Amo demais.
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